As três peças encaixadas

O que um serviço precisa para gerir por valor

sem reforma legislativa nem reorganização administrativa

1 Resultados

Que resultados é que o serviço entrega aos seus doentes?

Não os sintomas medidos no momento da alta — o que aconteceu depois: recuperou a função, voltou ao trabalho, viveu sem recaída.

2 Custos verdadeiros

Quanto custou cada percurso, e não a média do mês?

O que cada percurso individual de doente consumiu — em tempo de equipa, recursos, infraestrutura — e não a média que o custeio interno devolve no fim do mês.

3 Disciplina

A informação que se reúne chega a alterar a prática?

Quem se opera, como se segue, onde se aloca o tempo — decisões que mudam quando as duas peças anteriores deixam de ser ignoradas.

As três têm de existir em simultâneo. Falta uma e o exercício perde sentido.