As três peças encaixadas
sem reforma legislativa nem reorganização administrativa
Que resultados é que o serviço entrega aos seus doentes?
Não os sintomas medidos no momento da alta — o que aconteceu depois: recuperou a função, voltou ao trabalho, viveu sem recaída.
Quanto custou cada percurso, e não a média do mês?
O que cada percurso individual de doente consumiu — em tempo de equipa, recursos, infraestrutura — e não a média que o custeio interno devolve no fim do mês.
A informação que se reúne chega a alterar a prática?
Quem se opera, como se segue, onde se aloca o tempo — decisões que mudam quando as duas peças anteriores deixam de ser ignoradas.