Eficáciaoutput prometido
Pergunta
Cumprimos aquilo a que nos propusemos?
Onde se mede
No output da campanha — coorte alvo definida (≥ 65 anos, doentes crónicos), meta de cobertura contratualizada com a tutela.
Resultado típico
75% da coorte (meta atingida)
Eficiênciainput por output
Pergunta
A que custo de recursos o conseguimos?
Onde se mede
No rácio entre o que se consumiu (vacinas, horas de enfermagem, comunicação) e o que se entregou (doses administradas).
Resultado típico
8,40 € / dose (benchmark: 9,00 €)
Efetividadeoutcome populacional
Pergunta
Que impacto teve isto na saúde da população?
Onde se mede
No outcome epidemiológico — taxa de hospitalização por gripe e pneumonia gripal na coorte vacinada, mortalidade evitável.
Resultado típico
↓ 22% de hospitalizações vs época anterior
As três métricas não se substituem. Pode atingir-se a meta de cobertura — eficácia ✓ — a um custo razoável por dose — eficiência ✓ — e mesmo assim a queda de hospitalizações ficar aquém do esperado, se houver fraco match antigénico entre as estirpes vacinais e as circulantes nesse ano, ou se a coorte vacinada não for a de maior risco residual. A boa gestão lê as três colunas em conjunto, nunca isoladamente.
Valores ilustrativos, baseados em padrões típicos das campanhas anuais do SNS.