Documentar decisões não é burocracia — é preservar memória institucional e proteger o decisor contra reconstruções posteriores. A regra é proporcional: quanto mais consequente, irreversível ou contestável for a decisão, mais sólido deve ser o registo.
Para a maior parte do dia a dia, não é necessário um sistema sofisticado. Uma tabela simples, mantida pelo diretor ou pela direcção do serviço, com cinco campos preserva a memória essencial e protege contra reconstruções posteriores. O formato é menos importante do que a função: permitir reconstruir, meses depois, o raciocínio essencial da decisão.