Clique em cada etapa para ver que instituição intervém, o que decide, e qual é o papel do director de serviço
As três primeiras etapas são nacionais e decidem se — e em que termos — o Estado financia a tecnologia. A quarta é local e decide como ela é usada no terreno. Confundir os dois níveis é a fonte de metade dos mal-entendidos sobre o que o hospital pode ou não pode fazer.
Impotência formal na decisão de financiar coexiste com poder real e subestimado na governação da utilização.
O director de serviço não intervém na decisão de financiamento nacional — circunstância que pode induzir em erro, por sugerir ausência de poder onde existe influência considerável. O poder não está na decisão de financiar; está a montante (o argumento técnico que informa a avaliação) e a jusante (o uso real, depois de a decisão nacional estar feita). A mesma tecnologia, com a mesma decisão nacional, produz mais ou menos saúde consoante a qualidade da governação local.